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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Ser Esperançoso é Mais Importante do Que Ser Inteligente.


Eu vou conseguir...

 

Pesquisa diz que mais que ter boas notas no colégio, é importante ter esperança .

A esperança é a última que morre.


Esqueça as altas notas do colégio. Um estudo feito pelo psicólogo Alex Wood, da Universidade de Manchester, Inglaterra, revelou um fator ainda mais importante do que a personalidade e a inteligência quando o quesito é alcançar o sucesso: ter esperança.

Um grupo de 129 pessoas, sendo 52 homens e 77 mulheres, participou da pesquisa. Foram medidos neles traços de esperança, inteligência, fatores da personalidade, bem como o desempenho e notas de cada um antes e durante a faculdade.

O estudo concluiu que os mais esperançosos se davam melhor no ensino superior do que os mais inteligentes e os que possuíam maior nota no colégio. Ou seja, a solução é pensar positivo. 

Sendo assim, esperança é uma coisa que nunca me falta!


Fonte: Revista Galileu

sábado, 10 de dezembro de 2011

Ninguém = Ninguém


Já postei aqui meu apreço e admiração pelas canções de Humberto Gessing, e umas das minhas preferidas é a música: Ninguém = Ninguém, do álbum Gessinger, Licks & Maltz lançado em 1992. Para gostar de algo acredito que devemos ir mais a fundo, buscar sua origem e influências, com isso damos sentido e agregamos valor as coisas. Nesse contexto que se encaixa aquela frase: “ Assim como são as coisas são as pessoas...”. Pois para gostar de alguém, passada a fase de empatia imediata, temos que conhecê-la.

Enfim, pesquisando descobri que essa música teve influência em um livro  do escritor Britânico George Orwell , A Revolução dos Bichos, especificamente em um texto do próprio que diz: "todos os animais são iguais, mas alguns animais são mais iguais que os outros", inspirando o refrão da letra.

O livro narra uma história de corrupção e traição e recorre a figuras de animais para retratar as fraquezas humanas e demolir o "paraíso comunista" proposto pela Rússia na época de Stalin. Para o autor, um social-democrata e membro do Partido Trabalhista Independente por muitos anos, a obra é uma sátira à política stalinista que, segundo sua ótica, teria traído os princípios da revolução russa de 1917.

Para quem gosta desse tipo de literatura, segue o link para o ebook do livro:


Um pequeno resumo para incitar a curiosidade:



"Sentindo chegar sua hora, Major, um velho porco, reúne os animais da fazenda para compartilhar de um sonho: serem governados por eles próprios, os animais, sem a submissão e exploração do homem. Ensinou-lhes uma antiga canção, Animais da Inglaterra (Beasts of England), que resume a filosofia do Animalismo, exaltando a igualdade entre eles e os tempos prósperos que estavam por vir, deixando os demais animais extasiados com as possibilidades.

O velho Major faleceu três dias depois, tomando a frente os astutos e jovens porcos Bola-de-Neve e Napoleão, que passaram a se reunir clandestinamente a fim de traçar as estratégias da revolução. Certo dia Sr. Jones, então proprietário da fazenda, se descuidou na alimentação dos animais, fato este que se tornou o estopim para aqueles bichos. Deu-se a Revolução.
Sob o comando dos inteligentes e letrados porcos, os animais passaram a chamar a Fazenda dos Bichos, e aprenderam os Sete Mandamentos, que, a princípio, ganhava a seguinte forma:

1. Qualquer coisa que ande sobre duas pernas é inimigo.
2. Qualquer coisa que ande sobre quatro pernas, ou tenha asas, é amigo.
3. Nenhum animal usará roupas.
4. Nenhum animal dormirá em cama.
5. Nenhum animal beberá álcool.
6. Nenhum animal matará outro animal.
7. Todos os animais são iguais.

Para os animais menos inteligentes, os porcos resumiram os mandamentos apenas na máxima "Quatro pernas bom, duas pernas ruim" que passou a ser repetido constantemente pelas ovelhas. Após a primeira invasão dos humanos, na tentativa frustrada de retomar a fazenda, Bola-de-Neve luta bravamente, dedica todo o seu tempo ao aprimoramento da fazenda e da qualidade de vida de todos, mas, mesmo assim, Napoleão o expulsa do território, alegando sérias acusações contra o antigo companheiro. Acusações estas que se prolongam por toda história, mesmo após o desaparecimento de Bola-de-Neve, na tentativa de encobrir algo ou mesmo ter alguma explicação para os animais para catástrofes, criando-se um mito em torno do porco que, a partir daí, é considerado um traidor.

Napoleão se apossa da idéia de Bola-de-Neve de construir um moinho de vento para a geração de energia, mesmo havendo feito duras críticas à imaginação do companheiro, e inicia a sua construção. Algum tempo depois, os porcos começam a negociar com os agricultores da região, recusando a existência de uma resolução de não contactar com os humanos, apontando essa idéia como mais uma invenção de Bola-de-Neve. Os porcos passam ainda a viver na antiga casa de Sr. Jones e começam a modificar os mandamentos que estavam na porta do celeiro:

4. Nenhum animal dormirá em cama com lençóis.
5. Nenhum animal beberá álcool em excesso.
6. Nenhum animal matará outro animal sem motivo.
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

O hino da Revolução é banido, já que a sociedade ideal descrita, segundo Napoleão já teria sido atingida sob o seu comando. Napoleão é declarado líder por unanimidade. As condições de trabalho se degradam, os animais recebem novo ataque humano e já não se lembram se na época em que estavam submissos ao Sr. Jones era mesmo pior, mas lembravam-se da liberdade proclamada, e eram sempre lembrados por sábios discursos suínos, principalmente os proferidos por Garganta, um porco com especial capacidade persuasiva. Napoleão, os outros porcos e os agricultores da vizinhança celebram, em conjunto, a produtividade da Quinta dos Animais. Os outros animais trabalham arduamente em troca de míseras rações. O que se assiste é um arremedo grotesco da sociedade humana.

O slogan das ovelhas fora modificado ligeiramente, “Quatro pernas bom, duas pernas melhor!”, pois agora os porcos andavam sobre as duas patas traseiras. No final, os animais, ao olhar para dentro de casa, já não conseguem distinguir os porcos dos homens. "

Fonte: Wikipédia

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Mona Lisa era Banguela


Muito já se falou sobre o misterioso sorriso da Mona Lisa, mas, se o pessoal da Escola de Odontologia da Universidade de Georgetown (EUA) estiver certo, parece que a moça da obra de Leonardo Da Vinci não tinha muitos motivos para sorrir.

“Acreditamos que a Mona Lisa não está sorrindo; ela tem a expressão comum a pessoas que perderam os dentes da frente“, aponta o estudo.

Segundo os pesquisadores, quem olha com cuidado percebe uma cicatriz na região dos lábios da moça, que, eles acreditam, teria sido causada por um golpe violento na boca. “A marca abaixo do lábio inferior é similar à criada quando, como resultado do uso de força bruta, as bordas incisais dos dentes causam feridas penetrantes no rosto”.

Vítima de violência doméstica, talvez? Pobre Mona Lisa.
(Quer averiguar por si mesmo? Dá uma olhada nessa versão gigante do quadro.)


Fonte: Revista Superinteressante